Wooden Hut

Vida com qualidade - em qualquer idade
No Século XXI
Você na sua singularidade em um mundo globalizado

 

O mundo está passando por momentos inusitados, que nos coloca muitas vezes em estado de aprensão,  dificuldade para compreender o que está se passando globalmente e individualmente.

Toda esta crise pode levar à insônia, stress, dificuldade para encarar as transformações e formas de trabalho, escola dos filhos, o dia a dia, enfim, muitas alterações que podem trazer estados de angústia, depressão, falta de vontade, insônia e muitos outros sintomas singulares. 

Estamos aqui para te ajudar a viver bem nesse novo mundo do Século XXI, na sua singularidade em meio à globalização e à disponibilidade de tantas escolhas. E que você possa inventar seu futuro e se responsabilizar por ele, na Pós Modernidade.

Maria Fátima Audino Edler

Nosso contato: (51) 4042.2878   -  Cel: (51) 9951.81051

Florais de Bach

O que é uma Terapia Floral?

É a terapia dos sentimentos e pensamentos.                       

A Terapia Floral é uma terapia vibracional Complementar, reconhecida pela OMS.

O Sistema das flores do Dr. Bach.

Em 24 de setembro de 1886, na cidade inglesa de Moseley,  nasceu Edward Bach. 

O Dr Bach frequentou a Universidade de Birminghan- 1912. Recebeu em Londres os títulos de Bacteriologista e Patologista em 1913 e o Diploma de Saúde Pública em 1914.

Em 1930, Dr Edward Bach. abandonou suas pesquisa e trabalho no meio acadêmico para dedicar-se integralmente á descoberta e ao aperfeiçoamento do seu Método de Cura pelas Flores. Buscou nas plantas a essência que possibilitava restaurar a vitalidade, superando os estados emocionais, trazendo uma serenidade. 

Após 6 anos convivendo  coma natureza Bach chesou ao Sistema definitivo que consiste em 38 essências para os 7 grandes desequilíbrios emocionais. 

Verdades fundamentais segundo Dr. Bach:

1-"O homem possui uma alma que é seu eu Real. também denominado de Eu Superior, Eu Espiritual."

2-"Nós, tanto quanto sabemos a cerca de nós mesmos neste mundo, somos personalidades vindas aqui com uma missão de obter todo o conhecimento e toda a experiência que podem ser adquiridos ao longo da existência terrena e avançar em direção á perfeição de nossas naturezas."

3-"  A vida não é mais que um breve instante no curso de nossa evolução."

4-Contanto que nossa Almas e personalidades estejam em harmonia, tudo é paz e alegria, felicidade e saúde. O conflito aparece quando a personalidade é dissociado do Eu Maior, sendo esta a causa da doença e da infelicidade."

5- Por fim... "É a compreensão da Unidade de todas as coisas...assim, qualquer ação contra nós mesmos ou contra uma outra pessoa afeta o conjunto causando imperfeição numa  parte e isso se reflete no todo, do qual toda partícula deve chegar finalmente á perfeição."

A doença, não tem origem material. Logo, é preciso tratar das emoções para preenir as doenças do corpo físico. 

O enfrentamento do homem com a sua finitude e sua singularidade podem levá-lo ao sofrimento ou a falta de sentido vital. O paciente precisa compreender que ele e somente ele pode trazer o alívio para o seu sofrimento. não há um culpado, nem mesmo o seu próprio inconsciente. Entender que não há orgulho em se estar doente ou ter sintomas desagradáveis por conta dos estados emocionais. 

Yoga

Uma vida consciente

 Os Vedas tem seis pontos de vista que são: Nyáya e Vaisheshika, Yoga e sāṅkhya e Mimansa que consta de duas escolas: Purva Mimánsa ou Mimansa e Uttara Mimansa ou Vedanta.

O Yoga é a disciplina que leva à prática da filosofia sāṅkhya e reconhece o Ishvara – a essência Primordial. 

O homem recebeu da natureza as três qualidades ou gunas que são: sattva, luminosidade ou o estado de claridade ou iluminação, rajas, a ação ou movimento e tamas, a inércia que tem como princípio a roda do tempo, kálachakra (kála - tempo, chakra- roda) que gira em torno da existência. O homem recebe influência constante dos gunas.

O termo sânscrito Yoga significa tanto disciplina quanto união e procede da raiz sânscrita “yuj”, que significa juntar, unir, atar, jungir. Na sua origem a palavra “yoga” significa uso, utilização, de onde vem o conceito de direcionar e concentrar a atenção a fim de utilizá-la para meditação. Utilização dos princípios básicos da natureza primordial “Prakriti”, para que através da prática do Yoga, alcance-se a natureza divina de “Púrusha”.  O yoga é a arte que leva a mente incoerente e dispersa a um estado reflexivo e coerente. É a união da alma humana com a Divindade. É a união da alma humana Jivatman com a divindade Paramatman.

Yoga é a união do “Si mesmo individual” – jivátman com o “Si mesmo Universal Paramátman. A filosofia Sánkhya é teórica, enquanto o Yoga é a parte prática desta teoria. O conhecimento sem ação, e a ação sem conhecimento não tem resultado. Estes dois pontos de vista dos Vedas precisam estar sempre juntos.

Segundo o Yoga (Yájñavalkya Smriti), o Criador Brahman, foi na sua origem o difusor do Yoga como sistema para a saúde do corpo, o controle da mente e a busca pela paz. Este sistema foi compilado e assim escrito por Patañjali no YogaSútra ou Aforismo doYoga. O YogaSútra trata das diretrizes que revelam os meios e o fim, na combinação da prática das oito disciplinas do yoga em que o praticante de yoga experimenta a união com o Criador, perdendo a sua identidade de corpo, mente e Si mesmo. Isto é Samyama que representa a integração do Yoga.

Segundo o Yoga Sútra de Patañjali Pada II 18 e 19, o mundo visível e objetivo consiste em elementos da natureza e sentidos de percepção que compreende três qualidades ou atributos (gunas) que são sattva- luminosidade, estado de claridade ou iluminação, esplendor, rajas – ação, movimento e tamas –inércia ou latência e que tem como princípio a roda do tempo.  Esta roda do tempo, kálachakra (kála - tempo, chakra  - roda), gira em torno da existência e kuláchakra, em que o homem é modelado e remodelado de acordo com a ordem predominante destas características fundamentais do entrelaçamento dos gunas.Todos existem eternamente para servir “àquele que vê” (o sujeito) como propósito de experimentar os caprichos (objetos) do mundo. Nesse sútra encontramos as características, ações e usos da natureza (prakriti).Todos estes atributos e virtudes estão estabelecidos na natureza, nos sentidos, na mente, inteligência e ego. Juntos funcionam harmoniosamente em forma de luminosidade. Ação e inércia, permitindo “àquele que vê” desfrutar dos prazeres mundanos (bhoga) e despojando-se deles, experimentar a libertação.

            “Aquele que vê” está encoberto pelas cinco envolturas (koshas), que são os elementos da natureza: terra, água, fogo, ar e éter. A terra representa a envoltura anatômica, a água a envoltura fisiológica, o fogo a envoltura mental, o ar a envoltura intelectual e o éter representa a envoltura espiritual. Os órgãos de ação e os sentidos de percepção ajudam o praticante a purificar as envolturas anatômica e fisiológica, mediante Yama, Niyama. Ásana, pránáyáma e pratyáhara despojam “ao que vê” da envoltura mental. Dháraná e Dhyána limpam a envoltura intelectual e Samádhi abre as portas da prisão de todas as envolturas para experimentar a beatitude. Samádhi é o caminho para libertação - Kaivalyan.

            A natureza (prakriti) consiste em inteligência cósmica (mahat), que conta com as três qualidades, sattva-luminosidade, rajas- ação ou movimento e tamas- inércia. Prakrit também manifesta sua energia no caráter dos cinco elementos: terra, água, fogo, ar e éter; e nas cinco manifestações sutis do olor, sabor, forma, tato e som.

            A contrapartida individual da inteligência cósmica (mahat) é a consciência individual ou citta. Citta consiste na mente (manas). Manas é a faculdade do pensamento e citta é a memória ou o conjunto de experiências e impressões mentais (sanskaras) que ficam armazenados na mente. As características do pensamento (manas) são a volição (esforço deliberado ou força de vontade) e a dúvida. Não tem sentido de autoconsciência e sua atividade não é inteligente, consistindo em aceitar ou recusar as informações que vem dos sentidos (indriyas), sendo o ego (ahamkara) quem se identifica com as sensações e a experiência para que finalmente o princípio discriminador (buddhi) é quem julga e decide. A informação recebida pelos sentidos ativa o pensamento (manas) e a memória (chitta) e estes ativam o ego (ahamkara) que por sua vez ativa a inteligência discriminadora (buddhi).

O homem é dotado de mente (manas), intelecto (buddhi) e ego (ahamkara), denominados coletivamente de “consciência” – chitta, a qual é fonte do pensamento, entendimento e ação.

Florais do Sul

O que é uma Terapia Floral?

É a terapia dos sentimentos e pensamentos.                       

A Terapia Floral é uma terapia vibracional Complementar, reconhecida pela OMS.

A terapia dos Florais do Sul foi desenvolvida e produzida pela Psicóloga Clínica Magda Regis Farias - Porto Alegre, RS.

 A terapia Floral desintegra estruturas doentias ou de inconsciência, liberando informação. Informação é luz, conhecimento.

É um instrumento facilitador de abertura da memória ao nosso próprio respeito: somos seres multidimensionais. As flores integram essas dimensões numa Unidade.

Essa informação atua no DNA, transformando os padrões negativos aí instalados.

A natureza faz a passagem da consciência para sua origem, através das frequências vibracionais da cor, do som, da luz do sol, da água, dos minerais e animais.

A força da flores, através do efeito de ressonância, acorda nossas virtudes, ampliando nossa consciência para equilibrarmos nosso pensar, sentir e agir.

Possibilita-nos curar a causa de nossas doenças que podem ser de várias origens:

 - Alimentação inadequada

 - Ambiente agressor como poluição, doenças endêmicas, epidemias, campos eletromagnéticos etc...

 - Estilo de vida

 - Conflitos intrapsíquicos, familiares, profissionais, sociais.

 - Traumas

 - Genética

 - Espiritual

O Dr. Bach já nos afirmava: o homem tem dois aspectos, o espiritual e o físico. Sob a orientação do Eu espiritual, o homem veio ao mundo para adquirir conhecimento, experiência e aperfeiçoamento . através do desenvolvimento de virtudes que eliminam suas desarmonias, fazendo com que se aproxime  de sua própria natureza.

"A doença é o resultado de um conflito, que surge quando a personalidade se recusa a obedecer aos ditames da alma e há desarmonia entre o Eu Espiritual ou Superior e a personalidade inferior, que é como nos conhecemos." (Bach 1991-pg 28)

Assim podemos pode-se perceber o que leva um indíduo ao sofrimento. quais as virtudes ausentes ou quais as condutas repetitivas (vícios) que o levam a experiências de dor emocional, mental ou espititual.

Texto da Psicóloga Clinica, criadora do Sistema Florais do Sul, Magda Regis Farias  

Psicanálise do Séc XXI

Jacques Lacan

Texto fonte: palestras com o Dr. Jorge Forbes e curso de Pós -Graduação em Psicanálise

A Psicanálise do século XXI é completamente diferente da Psicanálise do século XX, onde Jacques Lacan desenvolveu uma Nova Clínica para tratar novos sintomas de um mundo agora globalizado, reorganizando todo o pensamento freudiano do referencial de Édipo, onde o pai era o referencial. Na família o pátrio poder, na Empresa o chefe Diretor, no País a Pátria.

Jacques Lacan recupera a ideia fundamental de Freud em que as palavras sabem se organizar e que o analista tem que escutar essas palavras e não senti-las.

Uma análise, não deve mais ser prolongada por muito tempo. Quando o analisando se diz feliz da vida, é o bastante.

A Psicanálise não dá uma visão do mundo, mas põe em questão todas as visões de mundo.

A Psicanálise que antes era baseada na palavra, agora vê algo que está fora da palavra, vai muito além.

Lacan percebe que a partir de 1975, Freud não explica, mas sim, que implica. Não há mais por que ficar se perguntando o que há além do dito ou falado, mas é saber que não há mais nada além daquilo. Nada que se possa nomear. O final da análise, é quando a pessoa se dá conta da sua existência como um sintoma indecifrável. Não sabe muito bem o que é, mas terá que lidar com isso que não sabe o que é. E como? De maneia a inventar algo sobre isto, como ponto um da análise e se responsabilizar por aquilo que inventou como ponto dois. É um duplo movimento necessário para uma análise. Ou seja: invenção e responsabilidade.

A mudança para uma nova forma de Psicanálise se dá porque o laço social mudou. O princípio de Édipo funcionava em uma sociedade onde o sentido era possível de ser organizado pela ordem do pai. O pai como chefe de família, chefe da empresa, chefe de estado.

Hoje, temos múltiplas possibilidades de significação na sociedade, frente a qualquer fato.

As pessoas para estarem juntas. Elas não precisam mais se compreender e mesmo assim estão juntas.

O laço social não é mais o mesmo.

Lacan tirou a psicanálise da preferência sobre o saber, da determinação do Simbólico e colocou o Real.

A primeira Clínica de Lacan é uma Clínica de sentido. Onde o analista escuta para dar um sentido.

A segunda Clínica de Lacan não busca mais o sentido como consequência daquilo que é dito. Não busca o saber inconsciente. Mas opera diretamente sobre a forma de satisfação da pessoa. Busca consequência, a consequência de cada pessoa. A consequência de si próprio, da sua singularidade.

A Clínica hoje é Pós-Edípica que por sua vez era uma clínica da psicopatologia estrutural, muito bem arquitetada na clínica Freudiana, vertical pela ordem do pai. 

Hoje temos uma clínica Linear.

Buscávamos mos uma verdade, uma certeza. Era uma sociedade da disciplina.

Hoje, temos uma sociedade do risco,uma vez que você não tem padrão, você se arrisca. O padrão é uma defesa contra o risco. 

Antes, você descobria coisas em uma análise. Você buscava uma felicidade por merecimento. 

Hoje, você inventa e a felicidade é por acaso.

Antes era uma clínica do desejo. Hoje é uma Clínica do gozo. 

Antes, era uma clínica da travessia do fantasma. Hoje em dia  é uma Clínica onde você busca a identificação com o sintoma duro e não a um sintoma qualquer.

Antes, o analista interpretava na linha do saber. Hoje o analista faz um ato de responsabilidade.

Antes, a psicanálise revelava o passado. Hoje em dia, inventa o futuro. 

Estes elementos são a resposta de Laca para uma Psicanálise do Séc. XXI e para essa pessoa que aí está.

A pessoa hoje em dia procura um analista não por alguma coisa que está no passado dele, mas porque hoje a pessoa não sabe o que fazer com tantas possibilidades de escolha, multiplicidade do futuro e não tem ideia para onde ir.

A globalização abriu um leque de opções e fazer escolha angustia. Sempre que fizer uma escolha, estará perdendo outras coisas. E como então ter referência?

A saída é fazer análise. A Psicanálise da Segunda Clínica de Lacan dá esta resposta. Leva a esta posição de exigência. desta coisa dura, frente o qual você tem que inventar a sua resposta e fazê-la passar no mundo e se responsabilizar pelas suas escolhas. 

A Clínica é soberana.

Todos esses pensamentos, são oriundos da Clínica.

A nova Psicanálise ou a Segunda Clínica de Lacan, tem as respostas para dar a uma série de inquietudes dos laços sociais tocados pelo Real. 

Maria Fátima Audino Edler
Professora de Yoga 
Terapeuta Holística

Psicanalista em Formação

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Maria Fátima Audino Edler

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